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Avião com bebê: cada um no seu lugar

Mais ou menos 1 mês atrás, fomos ao Brasil pra visitar a família e os amigos. Não foi a primeira viagem de avião do Dani (na época, com quase 11 meses), mas foi a primeira vez que reservamos um assento só pra ele. Mocinho :)

Para segurança da criança, a recomendação da American Airlines é que se use uma das cadeirinhas infantis aprovadas pela FAA (Federal Aviation Administration), devidamente presa no banco da aeronave. A maioria das cadeiras de carro para bebê são aprovadas – a nossa inclusive. O problema é o peso do trambolho. Só de pensar em ter que carregar mais uma coisa pesada assim pro aeroporto, eu quase me arrependia de ter decidido não levar o Dani no colo.

Mas aí fomos pesquisar sobre a única outra alternativa aprovada, o CARES – Child Aviation Restraint System. Esse aqui:

É tipo um extensor do cinto de segurança do avião. Fácil de instalar, pequeno e leve. Pesa só 450g e cabe fácil na bolsa, ou qualquer bagagem de mão. Pode ser usado por crianças entre 9 e 18kg. Bem carinho ($75 dólares), mas acabamos comprando pra testar.

Foi ótimo. O Dani estranhou um pouco no começo (óbvio) e ficou tentando se desvencilhar (óbvio2), mas, na hora que o avião começou a taxiar na pista, ele se distraiu olhando a janela, aí descobriu a tv, o controle remoto… e voilà, decolamos.

Claro que não ficou sentadinho durante todo o vôo; e a gente nem esperava que ficasse. Quis dar uma voltinha pela cabine, explorar o avião, mas acabou cedendo ao cansaço (era um vôo noturno, de 8 horas) e dormiu com a cabeça no meu colo e o corpo todo estendido na poltrona dele.

Dei um jeito de prender o cinto nele e, ufa, o pequeno dormiu praticamente a viagem toda. Sucesso.
Quem não dormiu bem fui eu, mas aí é coisa de mãe boba, que fica acordando pra checar se está tudo bem com a cria.

:)

PS.1: Assim como nos Estados Unidos, o Departamento de Segurança da Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças de qualquer idade voem de avião em um assento individual.

PS.2: Apesar disso, as companhias aéreas brasileiras parecem dificultar um pouco essa opção. Pelo menos, tentei comprar assento para o Dani no site da TAM e da GOL, e não consegui. Ambas assumem que bebês de até 24 meses viajarão no colo. Nada contra (também voamos com o Dani no colo várias vezes), mas não entendo porquê não posso escolher – como no site da AA, por exemplo – “Bebê no Assento (menos de 2 anos)”. Não faz sentido pra mim. Mas, enfim, se a gente começar a analisar a usabilidade de sites de cias. aéreas, xi, é um papo looongo… Fica pra outro post ;)

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Pra essas viagens em que se caminha muito…

Acabo de voltar de uma “maratona” pelos parques de Orlando (ainda vou escrever sobre isso, mas é assunto pra outro post). O fato é que, diversão à parte, meus pés estão me matando. Na viagem, confesso que invejei as pessoas usando essas sandálias Crocs. Apesar de feiosas, realmente parecem mega confortáveis pra essas caminhadas. Incrível como ficaram populares. Estavam nos pés de gente de todas as idades, homens e mulheres.

Aí, coincidentemente, hoje, li essa matéria da Advertising Age sobre a nova ação da Crocs, o Cities by Foot.

Partindo da premissa de que “Crocs são os melhores sapatos para viagem” (nas palavras de Ed Wuensch, Diretor de Marketing da empresa), a agência Red Robot concebeu e implementou o Cities by Foot, um site com matérias (em vídeos de 2 ou 3 minutos) sobre lugares, restaurantes e lojas pra conhecer à pé, claro. Por enquanto, são só 6 cidades nos Estados Unidos e ainda tem pouco conteúdo, mas é um bom começo. Os cerca de 80 vídeos disponíveis têm ótima qualidade e não ficam fazendo referência à marca. O site é oferecido pela Crocs e os apresentadores usam o sapato, mas é só isso. Esta é a estratégia: oferecer serviço ao invés de anúncio.

Em breve, o conteúdo do site estará disponível também em celulares (mediante assinatura), através de uma parceria feita com a Zed.com, empresa de conteúdo mobile.

Ainda segundo Wuensch, o Cities by Foot é o primeiro grande investimento que a Crocs está fazendo em mídias interativas, garantindo que uma parcela crescente de seu budget de Marketing está direcionado para este tipo de iniciativa.

O “x” da questão é: será que, a longo prazo, eles vão conseguir levar o projeto adiante, manter o site sempre atualizado e virar uma referência como guia online de viagens mesmo? Aí sim, seria um case lindo. Vou acompanhar pra ver.



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